Barata

Em áreas urbanas temos duas espécies de baratas mais comuns:
A barata de esgoto (Periplaneta americana) e a francesinha, de cozinha ou alemãzinha (Blatella germanica). São ativas principalmente à noite quando deixam seus abrigos à procura de alimentos. Possuem hábitos alimentares variados, dando preferência aos ricos em amido, açúcar ou gordurosos. Podem alimentar-se também de celulose, como papéis, ou ainda excrementos, sangue, insetos mortos, resíduos de lixo ou esgoto. Preferem locais quentes e úmidos.

A barata de esgoto normalmente habita locais com muita gordura e matéria orgânica em abundância como galerias de esgoto, bueiros, caixas de gordura e de inspeção. São também exímias voadoras.

A barata francesinha habita principalmente cozinhas e despensas em locais como armários, gavetas, interruptores de luz, aparelhos eletrodomésticos, dentro de vãos de batentes, rodapés, sob pias, dutos de fiação elétrica e local como garagens ou sótãos com depósitos de papel e principalmente caixas de papelão, entres outros. Passam 75% do seu tempo abrigadas próximo aos alimentos.

Percebe-se que um local está infestado por baratas através de sinais como fezes, ootecas vazias, esqueletos ou cascas de ninfas quando estas se transformam em adultos, e em altas infestações, observa- se as baratas durante o dia e há também odor característico.

Prevenção:

Algumas medidas preventivas recomendadas:
- Interferir nas condições de abrigo, acesso e alimento;
- Realizar inspeção periódica e cautelosa em caixas de papelão, armários, gavetas e todo tipo de material que adentre ao ambiente e possa servir de transporte passivo ou abrigo;
- Limpar o local cuidadosamente, principalmente em áreas que acumulem gorduras e restos alimentares;
- Acondicionar o lixo em sacos plásticos e dentro de lixeiras apropriadas;
- Vedar frestas, rachaduras e vãos que possam servir de abrigo.

Danos Causados:

Por viverem junto a rejeitos alimentares em decomposição (lixo) e esgotos, servem como vetores de bactérias, vírus, fungos e outros agentes patológicos, trazendo sérios prejuízos à saúde humana, podendo causar doenças como: gastroenterites (especialmente as do gênero salmonela), alergias e poliomielite, entre outras.

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